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Veja a comparação entre as três metodologias do INPE que monitoram o desmatamento na Amazônia de forma amigável e acessível


Os dados sobre o desmatamento na Amazônia divulgados pela mídia são completamente díspares. O público, ao receber a informação, não consegue distinguir qual fonte é a verdadeira e qual é a real situação do desmatamento na maior floresta tropical do mundo. Há até governadores que acreditam que não há desflorestamento em seu estado, conhecido pela grande indústria madereira que atua na região. Quem está certo? Quais dados se podem confiar?

Na verdade, os dados mais divulgados são provenientes de um único instituto de pesquisa, o INPE. Ele é responsável pelas três principais metodologias que monitoram o desmatamento das florestas brasileiras. Cada um, com sua especificidade, mostra realidades sobre a ação do homem na natureza. Ou seja, todos estão certos, mas retratam níveis e medidas diferentes. Como fazer para que o público, interessado cada vez mais no tema ambiental, consiga entender esses dados e diferenças?

O tr3e é um mashup com o Google Maps para tentar mostrar de forma amigável os dados disponibilizados no site do INPE, cruzando as três metodologias: PRODES, DETER e DEGRAD. É uma tentativa de, realmente, trazer ao público dados de interesse nacional. Se a Amazônia realmente é nossa, está na hora de entendermos o que acontece por lá.

Desenvolvimento: Fabricio Leotti e Leslie Quintanilla

Idealização: Thiago Carrapatoso

Apoio: veredas

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